Esse Amor...
Esse Amor, que jamais poderia ser um elemento químico, de tão sólido e tão leve.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Foi desse jeitim
No show em que nos conhecemos ficávamos afastados do palco. Eu, Hélio, minha sis Paula e Camila. Conversávamos muito e, chamei pra andar um pouco. Ao chegar em um lugar com menos pessoas ele me pediu pra parar. Naquele momento tudo já era irreversível. Jamais conseguiria voltar atrás. Tinha poucas horas que o tinha conhecido, mas já era difícil demais ficar longe dele. As pessoas insistiam em passar por nós e aumentar ainda mais a ansiedade. O que eu me perguntava era como ia acontecer o inevitável. Como seria “o segundo que antecede o beijo”. Mas eles se foram depois de um tempo que parecia que nunca mais ia acabar. E não tendo mais nada o que fazer, aconteceu igualzinho à imagem.
“Estou sentindo até a alma beijada.” Foi o que escutei depois do nosso primeiro beijo.
Era isso mesmo que eu queria, meu senhor.
Carta ao grande amor
Este texto foi originalmente publicado no meu outro blog "Nesse instante". É fruto de uma discussão eterna que tenho com meu Amor a respeito do conceito de arte. Tudo termina em beijos e não em consenso.
Teresina, 04 de Outubro de 2010
Então, meu amor, ao passar por uma placa que continha o termo “educação artística” e escutar alguns acordes, olhei ao redor e foquei pela primeira no que as artes tinham em comum. Antes eu só fazia o processo inverso, tentava formular uma noção geral para depois enquadrar todas as artes, o que me era insatisfatório e me dizia que eu tinha que pensar mais sobre o que tornava uma forma de expressão uma expressão artística.
Fiquei imaginando qual era o ponto convergente e só conseguia pensar na palavra que já ditava a minha noção do que era arte: subjetividade.
Arte, definida apenas como “toda forma de expressão humana” a meu ver é muito abrangente porque algumas das formas de expressão do homem visam exatamente a objetividade. Ou a objetividade e a subjetividade unidas (a ciência humana, o direito, a medicina...). Dizer que a arte é toda forma de expressão é dizer que se faz arte a torto e a direito, no que não acredito. Acredito sim, que a arte engrandece o ser humano propondo a ele meios de dar vazão a idéias e sentimentos. Isso porque já foi dito e repetido que o ser humano não é a apenas objetivo. O ser humano é mais! Esse mais tem haver com a impossibilidade de limitar aquilo que é meramente objetivo. Não é dormir, é sonhar.
O senso estético é a arma da arte. Falo com a mesma autoridade de um telespectador.
Se pego, ouço, vejo, eu sinto. Eu consumo. Não interessa se a arte é erudita ou não. Subjetividade não escolhe classe social. Elitismo nas artes é só mais uma forma de diferenciação entre as pessoas.
Assim sendo, resumo assim a idéia de arte que formulei e que estou pronta para reelaborar ou aperfeiçoar:
Arte é o conjunto de meios pelos quais o ser humano suscita ou expressa a sua subjetividade.
E sabemos que subjetividade é semente que brota fácil, mas precisa de condições para se tornar flor.
Do seu amor,
Daiany.
Teresina, 04 de Outubro de 2010
Então, meu amor, ao passar por uma placa que continha o termo “educação artística” e escutar alguns acordes, olhei ao redor e foquei pela primeira no que as artes tinham em comum. Antes eu só fazia o processo inverso, tentava formular uma noção geral para depois enquadrar todas as artes, o que me era insatisfatório e me dizia que eu tinha que pensar mais sobre o que tornava uma forma de expressão uma expressão artística.
Fiquei imaginando qual era o ponto convergente e só conseguia pensar na palavra que já ditava a minha noção do que era arte: subjetividade.
Arte, definida apenas como “toda forma de expressão humana” a meu ver é muito abrangente porque algumas das formas de expressão do homem visam exatamente a objetividade. Ou a objetividade e a subjetividade unidas (a ciência humana, o direito, a medicina...). Dizer que a arte é toda forma de expressão é dizer que se faz arte a torto e a direito, no que não acredito. Acredito sim, que a arte engrandece o ser humano propondo a ele meios de dar vazão a idéias e sentimentos. Isso porque já foi dito e repetido que o ser humano não é a apenas objetivo. O ser humano é mais! Esse mais tem haver com a impossibilidade de limitar aquilo que é meramente objetivo. Não é dormir, é sonhar.
O senso estético é a arma da arte. Falo com a mesma autoridade de um telespectador.
Se pego, ouço, vejo, eu sinto. Eu consumo. Não interessa se a arte é erudita ou não. Subjetividade não escolhe classe social. Elitismo nas artes é só mais uma forma de diferenciação entre as pessoas.
Assim sendo, resumo assim a idéia de arte que formulei e que estou pronta para reelaborar ou aperfeiçoar:
Arte é o conjunto de meios pelos quais o ser humano suscita ou expressa a sua subjetividade.
E sabemos que subjetividade é semente que brota fácil, mas precisa de condições para se tornar flor.
Do seu amor,
Daiany.
Foi então que comecei a me apaixonar violenta, profunda e imediatamente
Precisamos urgentes campanhas, outdoor, cartilhas de esclarecimento. De graça, por instinto de sobrevivência, sugiro: Companheiro, facilite a vida para o ser ao lado! Não atrolhe sua vida, não atrolhe a vida alheia!
Caio Fernando Abreu
Caio Fernando Abreu
Caio Fernando Abreu
Também porque aconteceu outra coisa que, como Deus, eu pensava que não existia. Imagino que isso que chamamos de amor. Algo assim. Porque tudo que vivi e senti antes me parece agora bobagem, brincadeira.
Carta a Maria Adelaide Amaral
Carta a Maria Adelaide Amaral
Eu te amo, besta!
As coisas que matam meu amor de rir. Não sei porquê.
Porque é a melhor coisa do mundo amar alguém que ri mil vezes da mesma piada.
Porque é a melhor coisa do mundo amar alguém que ri mil vezes da mesma piada.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
O Sol viu a hora que voltamos.
O conhecimento é parte fundamental do nosso relacionamento(também acha, Amor?).
Nos conhecemos na Universidade e somos daqueles casais chatos que ficam discutindo teorias. Nos formamos na mesma semana e essas são as fotos da festa do qual Henrique não participou como anfitrião, mas fomos como convidados. Aconteceu em Março de 2010.
Nos conhecemos na Universidade e somos daqueles casais chatos que ficam discutindo teorias. Nos formamos na mesma semana e essas são as fotos da festa do qual Henrique não participou como anfitrião, mas fomos como convidados. Aconteceu em Março de 2010.
Aniversário surpresa do Rick, de 23 anos
Quando a gente chegou e ouviu o burburinho de todo mundo tentando se esconder eu só pude fingir que não sabia de nada (e nem tinha organizado tudo). Ele só disse:
"Eu não acredito!"
Quando, dias depois, ele disse que foi de longe o melhor aniversário que já teve, eu senti que tinha feito meu trabalho.
Que venha o de 2011!
"Eu não acredito!"
Quando, dias depois, ele disse que foi de longe o melhor aniversário que já teve, eu senti que tinha feito meu trabalho.
Que venha o de 2011!
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